Marginal é o rio Tiête ou lá que fora posto, onde é que botamos a nossa marginalidade? Marginalidade não é margem de inquérito para polícia e para as máquinas disciplinares?
O que queimamos de existência é o que vivemos em dependência com o nosso próprio corpo doente.
Desperdiçando nossa crença em massa pública, contratos, leis, instituições, lucro, crédito, juros e que ovos fritos fazem mal a saúde.
Enquanto isso nas academias, alienamos nossos músculos, malhamos o peitoral, saímos da academia se masturbando, transando consigo mesmo e ruminando em busca de um discurso que fora feito por um acadêmico ou catedrático, atrofiado o cérebro. Quem tem seda para que eu possa vestir o teu preconceito, queimar a intolerância de suas idéias sintéticas e todo esse teu medo midiático, tragando tua vida, que é meio plasticidade, meio carregada de agonia...
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