No porão, corpos embalsamados sentados em cadeiras enfileiradas dispostas como em uma sala de aula. Corpos com as mais horríveis mutilações, pedaços de outros corpos costurados, formando terríveis aberrações, faces cortadas e olhos estripados, montagens antropomórficas, estranhas cenas de mórbidas feições.
Logo à frente das cadeiras, uma poltrona de couro, nela sentado um rapaz, com aparência bela e limpa, óculos de armação fina e cabelo curto aos mortos leciona:
Ciências Humanas
“A beleza da coisa pode não estar visível.”
0 comentários:
Postar um comentário