Quinze para as oito

Em uma noite singela, porém bela

Ficamos a nos beijar

Tu me tens em teus braços

Nos laços vivemos até debelar, nosso amar.

Romance silente, oculto e perene

Até nunca mais

E o que me traz, todos os dias até você

É o porvir perceber:

Que podemos um só dia viver

Todo o nosso existir

“Podemos ter

um ao outro sempre,

em medidas homeopáticas

e doses de transparência.”

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