A madrugada calada e amedrontada esconde
Nas margens dos córregos
No caminho das casas de tábuas
Do gole amargo na cachaça barata a
Senhores mocinhas e crianças
Tragando na lata
Derretendo o falso minério
branca pedra
Enchendo a cabeça dos outros de grilos e
Chapando a própria consciência
Costuram no tecido urbano
Um retalho de existência
Que Querem Esconder e Combater
Mesmo não sabendo o quê.
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