Olhe, e pasme-se
O que houve com tudo aquilo
De belo sensato, puro e ético
Veja no que se transformou
A obra humana
Suas fundações enraizadas
Em bases sem fundamentos
O vulgar é o véu
Que esconde o sagrado
E expõe o profano
Há mais deuses que Deus
Há mais criadores que criaturas
A matéria janta a idéia
E esta falece no ermo
De poucas almas febris.
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