Em um anacronismo juvenil
Ansioso pelo amanhã que tarda
Economizo esforços, palavras
Sem conseguir pensar em mais nada
A não ser no amanhã
Pobre de mim
Remoendo o próprio fígado
A águia e Prometeu
Poderia parar o auto-flagelo
Mas não consigo
Porque sei que amanhã...
...as correntes se rebentarão
E junto à águia minha consciência irá voar
deixando o ego para a matéria
de Prometeu sozinho
terminar por se enforcar.
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